Quando iniciei o curso de Promotor de Polícia Comunitária, promovido pela SENASP e ministrado por Oficiais da PMBA, achava que todos aqueles conceitos e princípios eram muito utópicos diante do caos que estamos vivenciando na segurança pública. Não vislumbrava a possibilidade de aplicá-los na comunidade onde trabalho.
Após as duas semanas de aulas, já estava ciente dos própósitos da Polícia Comunitária, entretanto,
ainda era algo muito distante de nossa realidade.
No dia 18 de Outubro de 2009, embarcamos para São Paulo: Eu , Cap Denice, Cap Emília Neta e Ten Henrique. A turma era composta por 39 Oficiais de vários estados do Brasil e contava também com a participação de 2 membros da Polícia Nacional da Guatemala, 2 policiais de Onduras e uma policial da Costa Rica.
No primeiro dia houve uma solenidade de abertura em que o Cel PM Castro, diretor de Polícia Comunitária e Direitos Humanos do estado de São Paulo apresentou os trabalhos desenvolvidos na área de Polícia Comunitária, desde o conturbado momento de criação até os dias atuais.
No dia seguinte, cada delegação deveria apresentar os projetos realizados em cada estado. A Cap Denice ficou incubida de ser a representante da Bahia. Cada delegação apresentaou vários projetos e trabalhos que já tinham realizados, entretanto, nós não tínhamos nada de concreto. Esta situação me fez refletir o quanto estávamos atrasados em relação aos outros estados.
Apesar das experiências apresentadas pelos diveros estados e dos resultados positivos que estavam tendo, eu ainda continuava resistente à idéia de viver uma Polícia Comunitária no estado da Bahia. Por conta da nossa realidade cultural, social e financeira, não enxergava como alcançá-la.
A primeira visita que fiz a uma Base Comunitária e Segurança foi no Jardim Ranieri. Lá fez cair a armadura que eu estava carregando. Cada passo, cada exemplo, cada projeto que o Sgt Vieira citava eu enxergava que não era algo impossível de se construir. A realidade do Jardim Ranieri não era diferente da nossa. Os mesmos problemas sociais que a comunidade já enfrentava há dez anos atrás. Nós estamos enfrentando agora. O jardim Ranieri foi coisiderado, pela ONU, o bairro mais violento do mundo em 199.
A implantação de uma Base Comunitária requer muito trabalho e dedicação, em contrapartida, elimina os problemas de criminalidade desde a sua origem.
Após as duas semanas de aulas, já estava ciente dos própósitos da Polícia Comunitária, entretanto,
No dia 18 de Outubro de 2009, embarcamos para São Paulo: Eu , Cap Denice, Cap Emília Neta e Ten Henrique. A turma era composta por 39 Oficiais de vários estados do Brasil e contava também com a participação de 2 membros da Polícia Nacional da Guatemala, 2 policiais de Onduras e uma policial da Costa Rica.
No primeiro dia houve uma solenidade de abertura em que o Cel PM Castro, diretor de Polícia Comunitária e Direitos Humanos do estado de São Paulo apresentou os trabalhos desenvolvidos na área de Polícia Comunitária, desde o conturbado momento de criação até os dias atuais.
No dia seguinte, cada delegação deveria apresentar os projetos realizados em cada estado. A Cap Denice ficou incubida de ser a representante da Bahia. Cada delegação apresentaou vários projetos e trabalhos que já tinham realizados, entretanto, nós não tínhamos nada de concreto. Esta situação me fez refletir o quanto estávamos atrasados em relação aos outros estados.
Apesar das experiências apresentadas pelos diveros estados e dos resultados positivos que estavam tendo, eu ainda continuava resistente à idéia de viver uma Polícia Comunitária no estado da Bahia. Por conta da nossa realidade cultural, social e financeira, não enxergava como alcançá-la.
A primeira visita que fiz a uma Base Comunitária e Segurança foi no Jardim Ranieri. Lá fez cair a armadura que eu estava carregando. Cada passo, cada exemplo, cada projeto que o Sgt Vieira citava eu enxergava que não era algo impossível de se construir. A realidade do Jardim Ranieri não era diferente da nossa. Os mesmos problemas sociais que a comunidade já enfrentava há dez anos atrás. Nós estamos enfrentando agora. O jardim Ranieri foi coisiderado, pela ONU, o bairro mais violento do mundo em 199.
A implantação de uma Base Comunitária requer muito trabalho e dedicação, em contrapartida, elimina os problemas de criminalidade desde a sua origem.

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